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14/7 tem ato do F6 em frente à reitoria da Unesp! Monte a caravana em sua unidade


As entidades que compõem o Fórum das Seis reuniram-se no dia 6/7 para avaliar o movimento nas universidades estaduais paulistas e apontar os próximos passos às categorias.
Nos relatos dos representantes, foram dados detalhes do estágio da mobilização em cada universidade: docentes da USP e da Unicamp suspenderam a greve, enquanto docentes de vários campi da Unesp e servidores técnico-administrativos das três universidades seguem parados. A greve entre os estudantes prossegue com diferentes intensidades, especialmente pela chegada do período de férias.
Sobre a mobilização em torno à LDO/2017, a informação é que a valorosa mobilização das categorias, que encheram os plenários da Assembleia Legislativa nos dias 23 e 29/6, não foi capaz de inverter o quadro. Mais uma vez, o governador inimigo da educação ordenou à sua obediente bancada na Alesp que rejeitasse as emendas propostas pelo Fórum das Seis, de ampliação de recursos para as universidades e o Centro Paula Souza. As emendas tinham a finalidade de amenizar a grave crise de financiamento que assola estas instituições, que foram palco de uma grande expansão nos últimos anos. Esse revés, no entanto, não suspende nossa luta por mais recursos, ao contrário, sinaliza que é necessário fortalecê-la. O Fórum das Seis deliberou também realizar uma campanha de denúncia contra os partidos/deputados que votaram contra a educação pública, por meio de cartazes, petições públicas, reuniões em Câmaras Municipais e outros mecanismos que serão definidos nas próximas reuniões. Em ano eleitoral, os efeitos de uma campanha como essa podem ser expressivos.
A avaliação consensual entre os presentes na reunião do Fórum foi que as razões que nos levaram à greve continuam na ordem do dia. Em cada uma das universidades públicas paulistas, as perversas consequências da crise de financiamento manifestam-se a partir das prioridades estabelecidas por suas reitorias: setores foram fechados, as contratações e as carreiras de servidores docentes e técnico-administrativos estão suspensas, as verbas de permanência estudantil e de custeio das unidades foram reduzidas e congeladas.
Some-se a isso o fato de que, na USP, a reitoria recusa-se a negociar com as entidades sindicais e promove o corte de ponto de parcela dos servidores grevistas, enquanto na Unesp a reitoria sequer aceita pagar os míseros 3% negociados na mesa do Cruesp, num duro golpe à isonomia. Neste sentido, o Fórum aprovou as palavras de ordem de “Paga, Zago” e “Paga, Durigan”, que constarão num abaixo-assinado virtual (veja mais abaixo).

Os indicativos gerais do Fórum das Seis para o movimento são:


1) Fortalecimento da greve onde está instalada e a intensificação das mobilizações de todas as categorias.

2) Realização de um ato estadual unificado em 14/7, quinta-feira, a partir das 10h, em frente à reitoria da Unesp, com as seguintes reivindicações:

- Pela reabertura das negociações;
- Contra o arrocho e pela isonomia entre as três universidades;
- Contra o desmonte das universidades;
- Pagamento dos dias parados na USP;
- Permanência estudantil.

Obs: As entidades devem comunicar o Fórum das Seis sobre previsão de participantes até terça-feira, 12/7, às 12h.

Outros encaminhamentos
- Solicitação de agendamento de reunião com o vice-governador e secretário de Ciência e Tecnologia do estado de São Paulo, Márcio França, para discutir a crise de financiamento das universidades estaduais paulistas e o Centro Paula Souza, requerendo ao Cruesp que faça o mesmo.
- Preparação de campanha de denúncia dos deputados que votaram contra as reivindicações da educação pública na LDO/2017.
- Moção contra o corte de ponto dos servidores da USP.
- Moção contra desalojamento do sindicato dos servidores da Universidade Federal Fluminense.

O Fórum das Seis volta a se reunir no dia 11/7, segunda-feira, às 14h.

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“Paga, Zago! Paga, Durigan!” Assine petição pública

O Fórum das Seis montou uma petição pública que pede:

“Paga, Zago!”: Numa atitude repressiva e antissindical, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, autorizou o corte de ponto de centenas de trabalhadores da Universidade. Seu “crime”? Estão exercendo seu legítimo direito de greve, contra o desmonte da universidade pública e em defesa de seus salários e condições de trabalho. O corte foi discriminatório, atingindo principalmente trabalhadores do nível bási¬co, ou seja, os que recebem menos. Por isso, reivindicamos: “Paga, Zago!”.

“Paga, Durigan!”: O reitor da Unesp, Julio Cezar Durigan, recusa-se a pagar aos servidores docentes e técnico-administrativos da Universidade sequer o mísero percentual de 3%, definido na mesa do Cruesp. Ressalte-se que esse índice é absolutamente irrisório frente à inflação dos 12 meses anteriores (maio/2015 a abril/2016), que ficou na casa dos 9,34%, segundo o ICV-Dieese. Com essa postura, o reitor Durigan desfecha um duro golpe na isonomia. Por isso, reivindicamos: “Paga, Durigan!”

Para assinar a petição, é fácil.<<< Clique aqui e acesse o Link >>>>

Repasse o link e o pedido de assinatura a todos da sua lista de e-mails.

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